#OpParis

Operation Paris is now active.
To Emmanuel Macron and his government,what’s fair is fair, and the rest doesn’t matter. Here we will show your game to all the citizens.We are Ghostsec, EterSec and AnonOps.
You will find in these leaks :

https://www.dropbox.com/sh/cafp0amo46loaih/AAAkohRJCWA4QX2NljaQTsyPa?dl=0

https://doxbin.org/upload/EterSecDBLEAKEDOpParisDefense

https://ddosecrets.com/wiki/Macron_leaks

1. a 232K € receipt of an insurance contract stating that the said insurance, Allianz, will reimburse the candidate the maximum amount of 8 millions € if he doesn’t get more than 5% of the total votes. Followed by the bank account the transaction was made to and the general modalities of the signed insurance President Macron continues to act in an authoritarian manner, like a true French monarch.

2. documents from the European space agency, the national centre for space studies, to the national geographical institute about The Doppler Orbitography by Radiopositioning integrated sattelite, schematics for the sattelite and schemtaics for antennas and more ; information on nuclear development ; information on the national assembly & lots more is included in these Leaks

#OpParis#MacronLeaks#AnonOps#GhostSec#EterSec

#OpParis French version







🔹𝐄𝐭𝐞𝐫𝐒𝐞𝐜: https://twitter.com/EterSec_ – @EterSec Acesse nosso site: https://etersec.org/pt-br/ Emmanuel Macron já se tornou conhecido por sua ambição, que parece inesgotável. Eleito em 2017, vem governando sob uma ótica tão obcecada e autoritária que se compara a governantes do século 19, o que o rendeu o título de “Napoleônico”. Já que recusou participar do famoso Dia da Bastilha às vésperas do evento, o que torna tudo muito simbólico. Se envolveu em várias polêmicas nas tomadas de decisões logo que assumiu seu cargo, um convite ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump para assistirem juntos os festejos do feriado nacional mais importante do país. Tal decisão chamou a atenção dos franceses. Algum tempo depois, entrou em um conflito com o até então chefe do Estado Maior das Forças Armadas, Pierre Villiers. Macron anunciou um corte imediato de um bilhão de euros nas verbas do exército, que já correspondiam a apenas 1,78% do PIB. No dia seguinte ao anúncio de um dos cortes, Villiers fez um discurso revoltado à empresa, e pediu sua demissão. Macron também anunciou que criaria um cargo público para sua esposa como “primeira dama”, algo que na França não existe. Tal pronuncia causou revolta na população francesa que já estava exaltada pelas decisões tomadas anteriormente. O presidente da França trata os direitos trabalhistas como problemas: dentro de suas reformas pautua seu argumento sob a ótica que as leis trabalhistas estariam matando os postos de trabalho, em suas reformas cita a criação de um limite dos pagamentos que as empresas devem fornecer aos funcionários em casos de demissão. A ideia de Macron é fazer as mudanças necessárias por decreto, para que elas não enfrentem resistência no parlamento. De acordo com os cálculos do Instituto Econômico Molinari, 56,73% do salário anual dos franceses vai para o Fisco, órgão que controla toda a legislação tributária do país. Ocasionando, segundo Le Figaro, tal realidade em que a cada € 100 que o trabalhador recebe por mês, ele deve que desembolsar € 131 para os gastos do Estado. Após assinar cinco decretos que implementaram a reforma trabalhista, a revolta do povo foi ao auge e protestos estouraram nas ruas da França, já que tais reformas só beneficiam o setor empresarial e reduzem os direitos dos trabalhadores. O país também sofre com altas em taxas de combustível, a perda do poder aquisitivo, impostos excessivos, além de aposentadorias e pensões reduzidas, ou seja, há uma inversão proporcional entre as taxas impostas e o poder de compra do povo. Protestos Após tantas ações contra o bem estar do próprio povo, decisões autoritárias e manipulação de informações, Macron está enfrentando a revolta dos cidadãos franceses. O movimento “Coletes Amarelos” organizou os protestos e mais de 280.000 pessoas foram as ruas em seu primeiro ato. Com a pressão popular aumentando, a resposta de Macron foi repressão e dispersão através do uso de gás lacrimogêneo e jatos d’água contra os manifestantes. É sempre legítima toda forma de protestos, quando enfrentamos mandantes autoritários, opressores e que subjugam sua população em causa
própria.


Emmanuel Macron – President

Bruno Le Maire – Ministro da Economia

Bruno Le Roux – Ministro do Interior

Eric Dupond – Ministro da Justiça

Gerard Collomb – Ex-Ministro do Interior  

Jean Castex – Primeiro Ministro da França